RITUAL ANGOLÃO: Designado PELO AUTOR como sendo o Culto praticado simultaneamente com outras formas de manifestações espirituais, tais como:
– Culto Angola + Culto Cabalo;
– Culto Angola + Culto das Almas (Pretos-Velhos);
– Culto Angola + Culto Queto; e,
– Culto Angola + Culto Jurema (Zé Pilintra).
ATENÇÃO: LEMBREM-SE, “ENTRE OS BANTU, DE MODO GERAL, OS ANTEPASSADOS APARECEM COMO INTERMEDIÁRIOS ENTRE NZAMBI E O HOMEM”.
RITUAL OMOLOKÔ: Designado PELO AUTOR como sendo o Culto surgido, principalmente, no eixo Rio de Janeiro-São Paulo-Espírito Santo-Minas Gerais, talvez, devido à maior concentração de negros procedentes de Angola. O Culto ficou conhecido neste eixo cultural pelo verbete iorubano OMOLOKÔ, que significa:
– Omo = filho; – li = é ou está;
– oko = fazenda ou orixá oko, ou seja:
– 1 – filha de fazenda ou filho de terreiro;
– 2 – filho do orixá oko, que é o protetor da fazenda.
RITUAL DE UMBANDA: Designado PELO AUTOR como sendo o Culto de origem africana com raiz fundamental dos Bantu, já que o culto sofre influência de todas as culturas aportadas. Entretanto, a repressão policial fez com que surgisse uma umbanda sincretizada, cognominada Umbanda Branca, capitaneada por Zélio de Moraes do Caboclo das Sete Encruzilhadas.
OBSERVAÇÃO SOBRE O SINCRETISMO RELIGIOSO: Assim diz o AUTOR: “Dentro deste universo cultural, poderíamos dizer, por extensão, dentro dessa pequena África, apesar de todos os entraves possíveis e imagináveis, que ainda são realizados cultos aos minkisi (…) que os negros identificaram com os santos da igreja católica – sincretismo, na sua estratégia de preservação do único bem que ainda lhes restava da sua brusca retirada do solo pátrio”.
