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Abiu piloso acá ferro, curiola, guapeba, grão de galo |
Sem uso na liturgia, tem folhas curativas; a parte inferior desta colocadas nas feridas, ajudam a superar; se inverter a posição da folhas, a cura será apressada. A casca da árvore cozida tem efeito cicatrizante.
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Acácia-jurema
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Usada em banhos de limpeza. É também utilizada em defumações. A medicina popular a utiliza em banhos ou compressas sobre úlceras, cancros, fleimão e nas erisipela.
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Açoita-cavalo, Ivitinga |
Erva de extraordinários efeitos nas obrigações, nos banhos de descarrego e sacudimentos pessoais ou domiciliares. Muito usada na medicina caseira para debelar diarréias ou desinterias, baixar o colesterol e também no reumatismo, feridas, úlceras e hemorragias.
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Açucena, Cebola-Cecém, Cebola do mato |
Sua aplicação nas obrigações é somente do bulbo. Esta cebola somente é usada nos sacudimentos domiciliares. A medicina caseira utiliza as folhas como emoliente e o bulbo nas afecções pulmonares, bronquites, coqueluche e asma. Em alta dosgem é toxica.
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Agapanto
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É aplicado como ornamento em gonzemo(quarto do santo), e banhos dos filhos de minkisi. Não possui uso na medicina popular.
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Agrião
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Excelente alimento. Sem uso ritualístico. Tem um enorme prestígio no tratamento das doenças respiratórias. Usado como xarope põe fim às tosses e bronquites, é expectorante de ação ligeira.
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Agrião-do-Pará – agrião-do-brasil, agriãozinho, botão-de-ouro, jambú, jambuassú |
É usado nas obrigações de cabeça e nos kijauá, para purificação de filhos; como nguzu nos assentamentos das deusas. A medicina caseira usa-o para combater tosses e corrigir escorbuto (carência de vitamina C), afecção bucal e da garganta, cálculos da bexiga, coqueluche, bronquite, fígado, tuberculose. Parte utilizada: folhas e capítulos. Contra-indicações/cuidados: o extrato aquoso induz contrações abdominais e o extrato hexânico provoca convulsões tônico-crônicas e morte. Modo de usar: infusão, decocção, sumo, masticatório.
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Aipo, Salsão |
Usa-se em descarregos. É importante dizer que há milênios essa planta sempre foi destinada aos mortos. Plutarco afirmava que era planta fúnebre, sendo destinada, na Grécia, a adornar os monumentos dos que morriam nas guerras. Esse vegetal tornava os cavalos fogosos, e evitava que eles adoecessem. No popular é usado como condimento.
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Alamanda, Camendara, Dedal de dama |
Planta utilizada nos banhos de Nkisi. Na medicina é aplicada em forma de banho no combate à furúnculos, sarnas.
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Alcaparreira, Galeata
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Entra nas mais variadas obrigações do ritual, sendo utilizadas para isso folhas e cascas. Também é muito prestigiada nos banhos de preparação dos filhos, para obrigação de cabeça e nos banhos de limpeza. As cascas e raízes popularmente vêm sendo usadas como diuréticos. Seus frutos são comestíveis e deles é preparada uma geléia eficaz contra picadas de cobras e insetos venenosos.
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Alecrim de Caboclo
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Erva de Minkisi. Carminativa, diurética, estimulante, estomáquica e contra gases.
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Alecrim do Campo
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Seu uso se restringe a banhos de limpeza. Em seu uso medicinal resolve o reumatismo, aplicado em banhos e um forte terapêutico na prevenção da cárie dental. Alecrim de Tabuleiro: Erva empregada nas obrigações, no kijauá e é um maravilhoso afugentador de larvas astrais, razão pela qual deve-se usá-lo nos defumadores das casas de culto. |
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Alevante, Levante |
Usada em todas as obrigações de cabeça, no kijauá e nos banhos de limpeza de filhos de santo. Usa-se o chá de alevante para tratamento dos intestinos, disenterias e acalma os nervos. Auxiliar do fígado e previne afecções diversas, bem como hemorragia nasal e sangramento das gengivas. Ótimo no tratamento de cólicas de crianças e elimina o colesterol. O seu chá é ótimo para quem quer deixar de beber ou fumar. |
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Alface
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É empregada em algumas obrigações e em sacudimentos. O povo a indica para os casos de insônia, usando as folhas ou o pendão floral. Além de chamar o sono, pacifica os nervos. É um produto rico em Vitaminas A e C, Cálcio e Fósforo.
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Alfavaca de cobra
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Participa de todas as obrigações de cabeça e no kijauá. Também é usada com o filho dormindo e com a cabeça coberta. Retira-se esse emplasto antes das doze horas do dia seguinte. Depois dá-se um banho de purificação, com as ervas dos Minkisi. No popular usa-se o gargarejo para por fim ao mau hálito, devendo a aplicação ser diária.
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Alfavaca-roxa
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Empregada em todas as obrigações de cabeça e nos banhos dos filhos de Nkisi. Muito usada em banhos de limpeza ou descarrego. Chá de folhas e flores de alfavaca roxa relaxa e alivia dores de cabeça de origem nervosa. Se tomado depois das refeições, auxilia o trabalho do sistema digestivo. Gargarejos com o chá morno ajudam a acabar com aftas. Este chá atua contra tosses, gripes, resfriados e crises de bronquites. |
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Alfazema
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Empregada em todas as obrigações de cabeça. É aplicada nas defumações de limpeza, usada também na magia amorosa em forma de perfume. A medicina popular dita grandes elogios a esta erva, pois ela é excelente excitante e antiespasmódica. É usada, também, como reguladora da menstruação. Somente é aplicada como chá.
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Alfazema-de-caboclo
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Conhecida popularmente como jureminha, a Alfazema é usada em todas as obrigações de cabeça, nos banhos de limpeza e nas defumações pessoais ou de ambientes. A medicina caseira usa os pendões florais, contra as tosses e bronquites, aplicando o chá.
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Altéia, Malvarisco |
Muito empregada nos banhos de descarrego e na purificação das pedras dos minkisi. As flores empregam-se nas enfermidades das vias respiratórias. São boas para tosse, em especial para as crianças e idosos. Em forma de loção, a alteia é recomendada para acalmar dores, erupções cutâneas. Em clisteres é usada paras as inflamações intestinais e prisão de ventre. Abscessos e Furúnculos – aplica-se um pedaço da raiz fresca sobre o local, renovando a cada hora. Inflamações cutâneas – Ferver algumas folhas em pouca água. Deixa amornar, coloca as folhas entre gaze e aplica no local. Tosse seca e nervosa – Infusão de 1 colher rasa de folhas secas em 1 xícara de água. Adoçar com mel e tomar.
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Amendoeira
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Seus galhos são usados nos locais em que o homem exerce suas atividades lucrativas. Na medicina caseira, seus frutos são comestíveis, porém em grande quantidade causam diarréia de sangue. Das sementes fabrica-se o óleo de amêndoas, muito usado para fazer sabonetes por ter efeitos emolientes, além de amaciar a pele.
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Amendoim (mandobi) |
O amendoim fornece um bom óleo para luz e também para a cozinha. Suas sementes são estimulantes e fortalecem as vistas e a pele, além de ser em excelente afrodisíaco. Nos rituais, é empregado cozido ou torrado para Nkisi e utilizado em sacudimentos, com excelentes resultados.
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Amor agarradinho
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Usado nas magias de amor, banhos de purificação e oferenda para Nkisi. É indicado, em forma de chá para as doenças do sangue e gonorréias. |
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Amor do Campo, amorzinho seco, trevinho do campo |
Usada nos banhos, kijauá e assento do Nkisi. Utilizado, em foma de chá nas diarréias, blenorragias, dores no corpo e leucorréia.
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Amoreira -amora
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Planta que armazena fluidos negativos e os solta ao entardecer. A medicina popular indica o cozimento das folhas como adstringente e para debelar inflamações da boca e da garganta. Usa-se as folhas em chá para reposição hormonal na menopausa. |
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Angélica
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Tem emprego ritualístico muito reduzido. Sua flor espanta influências malignas e neutraliza a emissão de ondas negativas. É aplicado na magia do amor, propiciando ligações amorosas. A flor também é usada como ornamento e dá-se de presente na vibração do que quer. Não possui uso na medicina popular.
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Angelicó, Mil-homens, papo de peru
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Tem grande aplicação na magia de amor, em banhos de mistura com manacá (folhas e flores), para propiciar ligações amorosas, aproximando o sexo masculino. Indicado nas afecções cutâneas, amenorréia, ciática, cistite, coração, doenças venéreas, eczema (erupção da pele), epilepsia, febres de malária, flatulência, formigamento (do corpo e braços adormecidos), frieiras, gota, hidropisia, neurastenia, testículos inflamados, picada de inseto, suspensões de regras. Uso: raízes e caule. O extrato das raízes inibe o crescimento de feridas e inflamações da pele; – em infusão ou decôcto: 2,5%; 50 a 200ml/dia (internamente); 5% (externamente); – pó: 1 a 5g/dia; – vinho, xarope e elixir: 20 a 100ml/dia; – extrato alcoólico de pedaços do caule contusos e macerados em álcool: aplicação local em mordida de serpentes; – tintura: 5 a 25ml/dia; – compressas: ferver uma colher de chá do caule em um litro de água por 15 minutos. Coar, deixar esfriar e aplicar sobre a região afetada: feridas e eczemas (erupções da pele), reumatismo. |
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Angelim amargoso, Morcegueira |
Muito usado em marcenaria, por tratar-se de madeira de lei. Nos rituais, suas folhas e flores são utilizadas em banhos, e as cascas são utilizadas em banhos mais fortes com a finalidade de destruir os fluidos negativos que possa haver, realizando um excelente descarrego. A medicina caseira indica o pó de suas sementes contra vermes. Mas cuidado! Deve ser usada em doses pequenas.
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Angico da folha miúda, Cambuí
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Só possui aplicação na medicina caseira a casca ou os frutos em infusão no vinho tinto ou kisungu (cachaça), agindo como estimulador do apetite. Os frutos em infusão, também fornecem um licor saboroso, do mesmo modo combate a dispepsia.
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Aperta-ruão, Jaborandi-do-mato, Jamborandi-falso |
Utilizado nas obrigações de cabeça. Tem grande prestígio na medicina popular como adstringente. As senhoras a empregam em banhos semicúpios, de assento, e em lavagens vaginais para dar fim a leucorréia.
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Araçá
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As folhas são aplicadas em quaisquer obrigações de cabeça. Usada de igual sorte nos banhos de purificação. O povo indica esta espécie como um energético adstringente. Cura desarranjos intestinais e põe fim às cólicas. Usam-se folhas e cascas em cozimento.
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Aracá-da-praia
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É empregada nas obrigações de cabeça, no kijauá e nos banhos de purificação dos filhos dos minkisi a que pertence. No uso popular cura hemorragias, usando-se o cozimento. Do mesmo modo também é utilizado para fazer lavagens genitais.
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Arapoca Branca, Rapútia Branca |
As folhas são empregadas nas obrigações de cabeça e banhos. Em alguns candomblés se usa em sacudimentos pessoais. As cascas desta árvore servem para matar peixes. O povo usa a arapoca em folhas como excitante e contra febres (antitérmico).
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Araticum-de-areia – Malolô
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Liturgicamente, os bantus a usam nos banhos de descarrego, sem mistura de outra erva. A medicina caseira indica a polpa dos frutos para resolver tumores e o cozimento das folhas no tratamento do reumatismo.
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Arnica, Erva lanceta |
Emprega-se em qualquer obrigação de cabeça, nos banhos de purificação dos filhos de Nkisi. De igual modo tem uso certo nos banhos de limpeza dos novatos. É apontada como excelente remédio usado interna e externamente, após alguns dias de infusão no kisungo (cachaça). Age como cicatrizante, recompondo o tecido lesado nas escoriações, contusões, tombos, cortes e lesões, para recomposição dos tecidos. Na cura de feridas é de resultado positivo.
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Aroeira
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É aplicada nas obrigações de cabeça, e nos sacudimentos, nos banhos fortes de descarrego e nas purificações de pedras. Usada como adstringente na medicina caseira, apressa a cura de feridas e úlceras, e resolve casos de inflamações do aparelho genital.
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Aroeira brava
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É aplicada nos sacudimentos e banhos fortes de descarrego, sem tocar na cabeça. Não é aconselhável usá-la muitas vezes devido a sua forte energia que tende a retirar a energia positiva da pessoa.
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Arrebenta cavalo
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No uso ritualístico esta erva é empregada em banhos fortes do pescoço para baixo, em hora aberta. É também usado em magias para atrair simpatia. Emprega-se o fruto amassado, exteriormente, para desaparecer os panos brancos da pele. Também usado nas urticárias.
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Arruda
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Planta aromática usada nos rituais contra maus fluidos e olho-grande. Suas folhas miúdas são aplicadas nos banhos de limpeza ou descarrego, o que é fácil de perceber, pois se o ambiente estiver realmente carregado, a arruda morre (seca). Ela é também usada como amuleto para proteger do mau-olhado. Seu uso caseiro é aplicado contra a verminose e reumatismos, além de seu sumo curar feridas, e seus galhos bem lavados são utilizados para aliviar infecções nos olhos. Cuidados especiais devem ser tomados, pois em doses elevadas se torna abortiva.
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Assa-peixe
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Usada em banhos de limpeza e nos kibane mútue. Como diuréticos e eliminador de cálculos renais é usado como chá (3 colheres sopa de folhas bem picadas em 1 litro de água fervente – amornar, coar e usar). Para tosses, bronquites, colocar 1 colher de sopa de folhas picadas, numa chícara de água fervente, abafar por alguns minutos e coar. Tomar de 1 a 3 chícaras por dia, podendo usar mel para adoçar. Para dores musculares, reumatismos e afecções da pele, pilar 3 folhas frescas até que vire pasta, colocar em gase e aplicar no lugar 2 vezes ao dia, deixando por 2 horas.
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Avelós, Figueira-do-diabo, Dedo-do-diabo, Pau pelado
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Seu uso se restringe a purificação das ritari (pedra) do Nkisi, antes de serem levadas ao assentamento é usada socada. É aconselhada no tratamento de verruga, calo, câncer, sífilis, tumor canceroso e pré-canceroso, neoplasias neuralgia, cólica, asma e gastralgia. Uso interno: . 6 gotas de látex do aveloz em 2 litros de água. Tomar um copo 3 vezes ao dia; . 1 gota de látex em 1 copo de água. Tomar 1 colher (sopa) a cada hora. |


























