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História: escola de iniciação das meninas de venda

Nibojí, 3 de setembro de 200915 de agosto de 2012
PEQUENA PARTE DA TRADUÇÃO do trabalho do Etnólogo John Blacking ESCOLA DE INICIAÇÃO DAS MENINAS DE VENDA,Produced by the Department of Social Anthropology; The Queen’s University of Belfast.Disponivel em http://www.era.anthropology.ac.uk/Era_Resources/

TRADUÇÃO DE  Mama Mutarerê(*)

Estágio I : Muhulu ou muhulo; para –hula= para crescer)

Uma noviça ganha uma companheira de ritual, ela passa o tempo todo isolada no quarto do chefe ou do líder. Uma nobre permanece no privativo do líder (Cabana Privada), enquanto que uma menina do povo fica no tshivhambo,(Cabana do Conselho) em condições mais ou menos privativo. Não pode falar com nenhum homem exceto seu pai e seus irmãos, até que termine o segundo estágio (veja abaixo). Todos seus cabelos do corpo são raspados, e não é permitido o uso de ornamentos.Noviças na Cabana do Conselho onde aprendem o milayo.

Confinadas na cabana para o Vhusha da Comunidade. Observe uma noviça recente, ainda sem o colar (KELÊ=MIGUI (???).. (Esta é a desccrição de um quadro ilustrativo que tem no original).
Milayo, significa literalmente, “leis” ou “ instruções”, mas no contexto da iniciação pode ser traduzido como “a sabedoria”, porque aprendem primeiramente uma série de fórmulas, em que, a determinados objetos familiares são dados nomes especiais, e as regras de conduta, a etiqueta social, na coreografia dos rituais têm um significado simbólico como se fossem objetos. Durante o aprendizado do milayo, as sentenças, as frases, ou mesmo as únicas palavras do instrutor são pontuadas geralmente por um refrão falado por um outro oficial ou por uma noviça sênior, tal como “Fhira’ ri ye, Khomba!” (literalmente:( passe sobre que nós podemos ir, Khomba!). Estas interjeições são indicados por dois pontos ou por pontos cheios.
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